REDCPS - Revista Enfermagem Digital Cuidado e Promoção da Saúde

Número: 2.2 - 5 Artigos

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DOI: http://www.dx.doi.org/10.5935/2446-5682.20170009

Artigo Original

Consumo de bebidas alcoólicas e prática de binge drinking entre universitárias

Consumption of alcoholic beverages and binge drinking practice between university

Maria Isabelle Barbosa da Silva Brito1; Yasmim Guimarães Tavares2; Aléxia Laís Silva Soares2; Sílvia Elizabeth Gomes de Medeiros2; Jael Maria de Aquino2; Betânia da Mata Ribeiro Gomes2

1. Instituto Aggeu Magalhães/FIOCRUZ-PE
2. Universidade de Pernambuco (UPE)

Endereço para correspondência

Maria Isabelle Barbosa da Silva Brito
Faculdade de Enfermagem Nossa Senhora das Graças (FENSG)
Rua Arnóbio Marquês, 310 - Santo Amaro
CEP: 50100-130, Recife - PE
E-mail: isabellebrito94@gmail.com

Recebido em 22/08/2017
Aceito em 08/01/2018

Resumo

OBJETIVO: Identificar o número de universitárias que fazem uso de álcool e a prevalência do binge drinking em uma Instituição de Ensino Superior.
METODOS: Estudo epidemiológico transversal, abordagem quantitativa, realizado com universitárias dos cursos de enfermagem, medicina, ciências biológicas e educação física em uma Universidade de Pernambuco. Aplicou-se o questionário Alcohol Use Disorders Identification Test (AUDIT) entre os meses de abril a agosto de 2014. Para análise dos dados utilizou-se o software EpiData, versão 3.1.
RESULTADOS: O grupo feminino vem transformando seu padrão de consumo alcoólico, com projeções de igualar-se ao consumo masculino.
CONCLUSÃO: É preciso que homens e mulheres sejam conhecedores/sensibilizados e previnam os danos ocasionados pela dependência alcoólica para si e para os sujeitos a serem atendidos por esses futuros profissionais.

Palavras-chave: Estudantes de Ciências da Saúde; Consumo de Bebidas Alcoólicas; Saúde do Adolescente; Bebedeira

 

INTRODUÇÃO

Estudos sobre o diagnóstico de abuso ou dependência de álcool em estudantes têm sido realizados no Brasil, e, no que concerne especificamente ao uso de substâncias psicoativas,o álcool é a mais consumida pelos jovens, seguida pelo tabaco e a maconha(1,2); o que pode representar um fator de risco para a adoção de outros comportamentos prejudiciais a saúde, tais como beber e dirigir, atividade sexual desprotegida, violência e suicídio(3). O consumo de álcool entre adolescentes representa um problema de saúde pública global nas últimas décadas, devido aos efeitos físicos e mentais imediatos e de longo prazo provocados pela bebida(4).

O risco de desenvolver dependência e de sofrer consequências negativas relacionadas ao álcool eleva-se à medida que a frequência da intoxicação episódica aumenta, especialmente quando há repetidos episódios de intoxicação, denominados binge(5). O binge é caracterizado pelo consumo de quatro ou mais doses de álcool para as mulheres e cinco ou mais doses de álcool para os homens em uma única ocasião(5).

Ao ingressar na universidade, o jovem é exposto a vários desafios, incluindo a separação da família e de amigos, maior exigência acadêmica, desenvolvimento de novas redes sociais e experimentação da ausência da supervisão de adultos(2). Aliado a isso, o maior consumo de álcool está relacionado ao acesso facilitado a essas bebidas nas frequentes festas universitárias e a busca da aceitação social(2).

Diferenças de gênero no uso de álcool são relevantes para a saúde pública, pois podem direcionar a prevenção eficaz e políticas de intervenção(6). Embora os homens tenham hábito de consumir bebidas alcoólicas com mais frequência do que as mulheres, ao longo das últimas décadas foi notado um aumento no índice de consumo de álcool entre a população do sexo feminino(7,8). Comparadas aos homens, as mulheres são mais vulneráveis aos efeitos do álcool(9), pois têm uma proporção menor de enzima álcool desidrogenase e de água corporal; portanto, alcançam níveis mais elevados de álcool no sangue, aumentando o risco de complicações clínicas, como lesões cerebrais, doenças hepáticas, disfunções reprodutivas, e dependência(10).

Levando em consideração os aspectos comentados, evidencia-se a importância de ampliar os estudos sobre o consumo de álcool em estudantes do sexo feminino, visto que as mesmas apresentam maior vulnerabilidade aos efeitos do álcool.

Dessa forma, o presente estudo teve como objetivo identificar o perfil epidemiológico do consumo de álcool entre universitárias da área da saúde, assim como a prevalência do binge drinking em uma universidade pública de Pernambuco.

 

MÉTODO

Trata-se de um estudo epidemiológico transversal com abordagem quantitativa realizado com universitárias dos cursos de enfermagem, medicina, ciências biológicas e educação física em instituição de ensino superior de Pernambuco, Brasil.

Foram avaliadas universitárias na faixa etária de 16 até maiores que 24 anos, matriculadas nos respectivos cursos no ano de 2014. Neste ano, o curso de medicina contou com 374 matriculadas, o curso de ciências biológicas com 273, o de enfermagem com 474 e educação física com 323, totalizando 1444 estudantes. Dessas, 492 não fizeram parte da pesquisa, visto que no último ano de graduação os estudantes não possuem mais carga horária no campus universitário. Dessa forma, a pesquisa contou com 952 alunas.

O instrumento utilizado para coleta de dados foi o questionário autoaplicável Alcohol Use Disorders Identification Test (AUDIT), desenvolvido pela Organização Mundial de Saúde (OMS) como método para investigação de uso disfuncional de alcoólicos no último ano (incluindo uso de risco), traduzido e validado no Brasil11 .

A coleta de dados foi realizada entre os meses de abril à agosto do ano 2014, nas salas de aula dos respectivos cursos, em horário preestabelecido e que não interferia nas atividades acadêmicas. Primeiramente, as universitárias foram esclarecidas sobre os objetivos, métodos e relevância da pesquisa. Posteriormente, cada participante assinou o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido (TCLE); para as menores de 18 anos, obteve-se a assinatura de seus responsáveis e posteriormente responderam aos questionários AUDIT.

Para a análise dos dados utilizou-se o software EpiData, versão 3.1, de domínio público, com o qual também foram realizados os procedimentos eletrônicos de controle de entrada de dados, utilizando-se a função check (controles). A fim de detectar erros, a entrada de dados foi repetida e, por meio da função de comparação de arquivos duplicados, os erros de digitação foram detectados e corrigidos. Os cálculos estatísticos foram realizados com o programa SPSS versão 13.0. Calculou-se as distribuições absolutas e percentuais uni e bivariadas, empregando-se o teste de qui-quadrado de independência, incluindo a obtenção de oddsratio (OR) em nível de significância de 5%.

Este estudo respeitou os princípios da Bioética, registrados na Resolução Nº 462, DE 12 DE Dezembro de 2012, do Conselho Nacional de Saúde, sobre pesquisa envolvendo seres humanos. Foi cadastrado e aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa com Seres Humanos da Universidade de Pernambuco (UPE) sob o parecer n. 391.502 e CAAE n. 17481813.1.0000.5192.

 

RESULTADOS

Das 952 pesquisadas, 281 (29,5%) tinha de 16 a 19 anos de idade, 598 (62,8%) tinha de 20 a 23 anos e 73 (7,7%) tinha 24 anos ou mais, como ilustrado na tabela 01.

 

 

A idade das 952 pesquisadas variou de 16 a 37 anos, teve média de 20,67 anos, desvio padrão de 2,07 anos e mediana de 20,00 anos.

Dentre os cursos, o de medicina obteve a maior representação, compondo a amostra com 301 universitárias (31,6%). O curso ciências biológicas, constituiu a menor porcentagem do estudo, apresentando 21,5 % do total de pesquisadas.

Com relação ao período da graduação, a maior parte da amostra estava cursando o 6º semestre, totalizando 16,4% do estudo. Ainda em relação ao período do curso, a maior parte das universitárias encontravam-se cursando os períodos situados entre o 1º e o 4º, compondo 59,8% de acordo com a tabela 01.

Quanto às questões para classificação do questionário AUDIT, conforme apresenta a Tabela 02, 482 acadêmicas (50,6%), responderam que nunca consomem bebidas que contém álcool. Entretanto, 49,2% responderam que consomem ao menos uma ou de duas a quatro vezes no mês. 0,2% referiu beber de duas a três vezes por semana.

 

 

Quando questionadas sobre a quantidade de bebidas alcoólicas consumidas em um dia normal, a maioria (87,7%) respondeu consumir até duas. Sobre a frequência do consumo, 87,9% não consome seis ou mais bebidas em uma única ocasião.

Ao serem interrogadas sobre a frequência percebida em que não conseguia parar de beber depois de começar no último ano, 93,6% relatou que nunca. E 5,0% afirmou que pelo menos uma vez.

Com relação a não conseguir cumprir as suas tarefas, nos últimos 12 meses, por ter bebido, 92,2% afirmaram que nunca e 6,8% afirmou que menos de uma vez por mês. 97,6% respondeu que nunca precisou beber logo de manhã para curar uma ressaca, e 86,0% referiu nunca ter sentimentos de culpa ou de remorsos por ter bebido.

Quando questionadas sobre a frequência que não lembrou do que aconteceu na noite anterior por ter bebido 84,7% respondeu que nunca. 95,5% afirmou que nunca ficou ou deixou alguém ferido por ter bebido. E 96,4% responderam não, ao serem indagadas sobre alguma vez um familiar, amigo, médico ou profissional de saúde, ter manifestado preocupação pelo consumo de álcool ou ter sugerido que deixasse de beber.

 

DISCUSSÃO

No presente estudo, 50,6% das entrevistadas relataram nunca haver consumido bebida alcoólica, porém, 37,0% afirmou consumir uma vez por mês ou menos, o que é um percentual para ser visto com alerta, de modo que nesta faixa etária adolescente o percentual alcoólico consumido entre o sexo masculino e o feminino tende a igualar(12). Dados do Ministério da Saúde da pesquisa de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (VIGITEL) apresentaram um aumento do número de mulheres com consumo abusivo de álcool no decorrer dos anos. Em 2008 este percentual foi de 10,5%, enquanto que, nos anos anteriores, este valor foi menor, atingindo 9,3% em 2007 e 8,1% em 2006(13).

A prevalência do alcoolismo entre as mulheres ainda é significativamente menor quando comparada com a encontrada entre os homens(14). Contudo, o consumo abusivo e/ou a dependência do álcool acarreta inúmeras consequências negativas no que se refere a saúde física, psíquica e “social” da mulher(14). Metabolicamente as mulheres são menos tolerantes ao álcool em relação aos homens por fatores como peso, menor quantidade de água corporal e maior quantidade de gordura, associado à menor quantidade de enzimas metabolizadoras de álcool. Tais fatores contribuem para que a intoxicação ocorra com o uso de metade da quantidade usada pelo homem. Além disso, as mulheres apresentam maior percentagem para o desenvolvimento de doenças hepáticas como cirrose, mesmo tendo consumido álcool por um período menor(10).

No que se refere a quantidade de bebidas alcoólicas consumidas num dia normal, a maioria das entrevistadas (87,7%) referiu consumir até duas bebidas alcoólicas e 87,9% relatou nunca consumir seis bebidas ou mais em uma única ocasião. Apesar da prática de binge drinking ainda não ser vista como um problema de saúde no sexo feminino, este comportamento está cada vez mais prevalente(5).

Internacionalmente o binge drinking pode ser considerado como a prática de consumo de quatro ou mais doses em uma ocasião(5), conhecido no Brasil como beber em maior quantidade em uma mesma ocasião. Tal prática está intimamente relacionada com vários problemas de saúde e com casos de violência(15,16), além de ser considerado um comportamento de risco para doenças vasculares, como aumento da pressão arterial, doenças cardíacas e acidente vascular cerebral(17).

O II Levantamento Nacional de Álcool e Drogas, realizado com a população brasileira jovem no ano de 2012 apresentou que em relação ao gênero, a população mais vulnerável aos riscos decorrentes do consumo de álcool é a feminina, considerando que apresentou maior índice de aumento do beber em binge drinking (36%) entre os anos de 2006 e 2012 e na população masculina, o índice de aumento foi de 29,4%(18).

De acordo com os resultados deste estudo, 93,6% nos últimos 12 meses nunca percebeu que não conseguia parar de beber depois de começar e 92,2% afirmou que nunca deixou de cumprir as suas tarefas por ter bebido. Em um estudo(19) com estudantes de uma universidade pública do Estado de São Paulo, observaram que os usuários de álcool, tabaco e drogas ilícitas no último ano faltaram proporcionalmente mais às aulas do que os alunos que não usaram estas substâncias nesse período. Também foi verificada nesse estudo uma menor frequência às bibliotecas por parte dos usuários dessas substâncias(19). Mesmo com a maioria da amostra da presente pesquisa ter respondido que nunca deixou de cumprir suas tarefas, houve universitárias que deixaram pelo menos uma vez no mês, destacando então a importância da promoção da saúde, para que esse índice não seja elevado.

De acordo com um outro estudo(20), os principais motivos para uso de álcool mencionados por universitários são o desejo próprio, por divertimento com os amigos e celebrações. As companhias para beber mais sinalizadas são os amigos, dessa forma as universitárias estão em constante risco de serem usuárias de álcool(20).

Mesmo a maioria das discentes pesquisadas responder que nunca precisou beber logo de manhã para curar uma ressaca; que nunca teve sentimentos de culpa ou de remorsos por ter bebido; que nunca deixou lembrou do que aconteceu na noite anterior por ter bebido; ou que não ficou nem deixou alguém ferido por ter bebido e que não foi causa de preocupação pelo seu consumo de álcool; é preciso o desenvolvimento de programas de prevenção dirigidos esta população, nos quais deveria haver uma mobilização e envolvimento de docentes e discentes, visto o risco eminente deste grupo elevar seu percentual de consumo alcoólico.

Para as acadêmicas das ciências biológicas e saúde, praticar o Binge Drinking ou consumo crônico de substâncias alcoólicas merece um enfoque diferenciado, já que estas futuras profissionais serão disseminadoras de conhecimentos básicos em saúde para a sociedade. Somado a isso, percebe-se o crescente número de mulheres que estão fazendo uso de álcool, logo é necessário que ajam intervenções para que o padrão de consumo alcoólico feminino não seja igualado ao consumo masculino.

 

CONCLUSÃO

Torna-se evidente a relevância da inserção dos conteúdos sobre álcool nos currículos de graduação, destacando-se os das ciências biológicas e da saúde. Homens e mulheres, futuros profissionais, dentro de sua área atuante, necessitam ser conhecedores e prevenir os danos ocasionados pela dependência de álcool, além de realizar os encaminhamentos pertinentes dos clientes a serem atendidos. Além disso, precisa-se promover projetos que busquem minimizar cada vez mais o consumo de álcool entre as mulheres, visto que sua vulnerabilidade é maior quando comparadas aos homens.

 

REFERÊNCIAS

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