REDCPS - Revista Enfermagem Digital Cuidado e Promoção da Saúde

Número: 2.2 - 5 Artigos

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DOI: http://www.dx.doi.org/10.5935/2446-5682.20170010

Artigo Original

Características dos Idosos que Realizaram Cirurgia Devido à Fratura de Fêmur

Characteristics of the Elderly Performing Surgery Due to Femur Fracture

Mirelle Maiara Ramos de Araújo1; Danielly Tavares Pereira2; Lilian Marques Bezerra da Silva2; Juliane Aureliano Pessoa2; Flávia Maria Barros Lavra3

1. Faculdade de Ciências Humanas de Olinda
2. Centro de Formação, Aperfeiçoamento Profissional e Pesquisa, CEFAPP
3. Fundação Superior de Olinda, FUNESO

Endereço para correspondência

Mirelle Maiara Ramos de Araújo
Faculdade de Ciências Humanas de Olinda
Rod PE 015 - Jatobá
Olinda-PE, CEP: 53060-775
E-mail: mirelarts@hotmail.com

Recebido em 06/11/2017
Aceito em 08/01/2018

Resumo

OBJETIVO: identificaras características dos idosos que realizaram cirurgia devido à fratura de Fêmur.
METODOS: Pesquisa documental, quantitativa, realizado na Secretaria de Saúde de Olinda. Utilizou-se formulário, contendo dados de variáveis referente à queda e a fratura de fêmur no idoso que realizou cirurgia, em 2014 no hospital da cidade do Recife/PE. Os dados coletados foram analisados e discutidos com base na luz da literatura pertinente utilizando Microsoft Excel 2010 e apresentados em forma de gráficos.
RESULTADOS: 44,44% dos idosos realizaram cirurgia de fratura de fêmur após queda, tinham entre 70 e 79 anos de idade, 81,48% sexo feminino, 46,29% foi atroplastia de quadril, 37,03% eram solteiros, 96,29%, da fratura foi “queda da própria altura”, 81,48% dos idosos eram hipertensos e 72,22% dos idosos internados não teve complicações após cirurgia.
CONCLUSÃO: É de grande importância estimular a melhoria das capacidades funcionais dos idosos, na qual minimizará o risco de quedas.

Palavras-chave: Saúde do idoso, Fratura de fêmur, Envelhecimento, Queda.

 

INTRODUÇÃO

Acredita-se que em 2025 a expectativa de vida esteja em média 74 anos de idade e que esse aumento, da população idosa, seja decorrente a uma boa qualidade de vida, proporcionando bem-estar, ou seja, a atitude de tornar adequado o meio em que se vive1.

O envelhecimento é um processo de evolução gradual, caracterizado pela grande perda da reserva funcional, havendo, em consequência, modificações morfológicas, fisiológicas e psicológicas que podem deixar o indivíduo fragilizado, provocando assim, maiores incidências de processos patológicos, além de levar as limitações funcionais, aumentando a probabilidade de quedas em idosos2.

A queda pode acontecer decorrente a fatores extrínsecos- circunstâncias sociais e ambientais que oferecem desafios aos idosos ou intrínsecos- decorrente de alterações fisiológicas do envelhecimento. A maioria das quedas nos idosos ocorre em sua residência quando eles estão realizando suas atividades diárias, as quedas nessas circunstâncias são chamada de queda da própria altura3.

Após a queda existe uma tendência do idoso a sofrer vários tipos de fraturas, sendo a mais comum a fratura de fêmur que pode ser classificada em 3 grupos: fraturas proximais do fêmur, fraturas da diáfise e distais do fêmur4.

O fêmur é o mais forte de todos os ossos do corpo e está localizado na coxa. As partes do fêmur são: cabeça, pescoço ou colo, o grande trocanter, a diáfise e os côndilos e tem por finalidade a transmissão da carga, ou peso, durante o movimento1 .

A maior ocorrência de quedas são no sexo feminino devido a maior prevalência de doenças crônicas como hipertensão e diabetes, como também à exposição às atividades domésticas e pela menor quantidade de massa magra e força muscular em comparação ao homem5.

A correção das fraturas em idosos na grande maioria dos casos é cirúrgica, e o critério de escolha para o procedimento é a idade, grau de mobilidade e o estado mental. O tratamento fisioterápico é indicado na prevenção de complicações das fraturas e na reabilitação do paciente1 .

Esse tipo de cirurgia é um grande problema de saúde pública, a cada ano, o Sistema Único de Saúde (SUS) tem gastos crescentes com tratamentos de fraturas de fêmur em pessoas idosas. O custo social e econômico eleva-se ainda mais pelo fato de que após um período de internação o paciente idoso apresenta diminuição na sua recuperação, enfrenta altas taxas de mortalidade, necessitando de cuidados médicos intensivos e longos períodos de reabilitação6.

Atividades relacionadas à prevenção, tais como, atividades físicas e de nutrição, avaliação dos riscos domésticos e revisão periódica dos medicamentos são medidas primárias para reduzir o número de quedas em idosos, sendo ideal é a prevenção4.

Atividade relacionada à prevenção seria voltada para uma população mais jovem tendo como objetivo o aumento do pico de massa óssea, que se dá entre os 20 e 30 anos de idade5.

Pode-se utilizar das seguintes estratégias para identificação de riscos de quedas em idosos, bem como sua prevenção e tratamento: Treinamento dos agentes comunitários de saúde e de toda a equipe, monitoramento ambulatorial da ocorrência de quedas, promover ações educativas, distribuição de folhetos informativos ou cartilhas, com medidas de simples execução para prevenção. As ações dos profissionais de saúde são de extrema importância para melhor qualidade de vida dos idosos7.

Em função do crescente número de idosos que se submetem a cirurgia de fratura de fêmur, a presente pesquisa busca resposta para este acontecimento, elencando características dos idosos que realizaram cirurgia devido à fratura de fêmur. Diante do exposto e da afinidade das autoras com o assunto, optou-se por identificar as características apresentadas pelos idosos que sofreram cirurgia de fêmur por todas as causas, visto que, esseconhecimento irá auxiliar na prevenção de novas ocorrências, favorecendo uma assistência de enfermagem preventiva a essa população.

 

METODOLOGIA

Para contemplar o objetivo dessa pesquisa, optou-se por realizar um estudo documental do tipo descritivo com abordagem quantitativa.

A pesquisa foi realizada na Secretaria Municipal de saúde do município de Olinda/Pernambuco, localizada na Rua do Sol, 311 sala 14 – Carmo – Olinda na coordenação do Programa de Saúde do Idoso fundada em 2005.

Foram utilizadas 54 fichas de investigação de idosos que residem no município de Olinda e que realizaram a cirurgia de fratura de fêmur no Hospital Miguel Arraes, localizado no município de Paulista/PE, um hospital da rede estadual de trauma e referência para cirurgias de fratura de fêmur, no ano de 2014. Foram incluídas fichas de pacientes idosos que sofreram fratura completa de fêmur e se submeteram à cirurgia, no ano de 2014.

Foram excluídas fichas de idosos que sofreram fratura incompleta de fêmur, assim como, as fichas dos idosos que sofreram fratura completa de fêmur e foi submetida à cirurgia em anos anteriores a 2014.

Os dados foram coletados utilizando um formulário, elaborado e organizado pelas pesquisadoras contendo informações como: idade, sexo, tipo de cirurgia, estado civil, motivo da fratura, medicamentos em uso, patologias associadas e complicações pós cirúrgicas. A ficha foi baseada no cadastro dos idosos que já realizaram cirurgia, estabelecido pela Secretaria de Saúde de Olinda.

Os dados foram analisados à luz da literatura pertinente, processados e apresentados quantitativamente na forma de gráficos utilizando-se o programa Microsoft Excel 2010. Anteriormente, o projeto foi apresentado à Secretaria Municipal de Saúde de Olinda que concedeu a carta de anuência. Após o consentimento, o projeto foi avaliado pelo Comitê de Ética em Pesquisa da Fundação de Ensino Superior de Olinda (FUNESO), que analisou o estudo proposto, bem como seus riscos e benefícios, a partir da sua submissão da Plataforma Brasil, conforme parecer número 1.005.329 e CAAE 43272515.7.0000.5194.

A pesquisa não precisou do Termo de Consentimento Livre e Esclarecido (TCLE), pois se trata de uma pesquisa documental.

 

RESULTADOS E DISCUSSÃO

Os dados a seguir estão sendo apresentado em forma de gráficos, na respectiva ordem do formulário de coleta de dados, o mesmo pode ser encontrado no apêndice A. As variáveis estão de acordo com as informações obtidas.

A distribuição da amostra de acordo com a idade, onde o maior percentual com 44,44% (n=24) é de idosos entre 70 e 79 anos de idade.

O limite de idade entre uma pessoa adulta e um idoso é de 65 anos em nações desenvolvidas e 60 anos nos países emergentes para a Organização Mundial de Saúde (OMS), tornando o envelhecimento uma consequência do desenvolvimento8.

O envelhecimento é caracterizado pela perda de reserva funcional, é um processo progressivo, gradual e variável e não é patológico. Dentre as alterações anatômicas podemos citar a perda da estatura de aproximadamente 1 cm por década a partir dos 40 anos de idade, alterações na marcha, no equilíbrio, na visão, audição e força músculo esquelético, sendo estas alterações morfológicas, fisiológicas, bioquímicas e psicológicas3.

A distribuição da amostra de acordo com o gênero dos idosos que sofreram cirurgia de fratura de fêmur, apresentando um maior percentual 81,48% (N=50) de idosos do sexo feminino, e o menor percentual o sexo masculino com 18,52% (N=4).

A maior incidência das fraturas de fêmur ocorre no gênero feminino para as quais a osteoporose que é uma doença sistêmica progressiva caracterizada pela diminuição da massa óssea levando a fragilidade do osso, é um fator importante para o risco de fraturas. Sua prevalência tem aumentado devido ao crescimento da população idosa e as mudanças no comportamento humano, tais como, diminuição da ingesta de cálcio, sedentarismo, tabagismo e alcoolismo9.

No Brasil, o Ministério da Saúde, indica a realização de densitometria óssea em mulheres com mais de 65 anos e em mulheres na peri e pós-menopausa com fatores de risco, pois esse exame é ideal para o diagnóstico de osteoporose e osteopenia por detectar a redução da massa óssea de maneira precoce e precisa, além de avaliar a coluna lombar, a região proximal do fêmur, e o terço distal do rádio. Esse método utiliza aparelhos rápidos e com baixa exposição à radiação5.

Quanto à distribuição da amostra deacordo com o tipo de cirurgia realizada dos idosos que sofreram cirurgia de fratura de fêmur. O maior percentual, 46,29% (N=25) está a artroplastia de quadril, em seguida com 40,74% (N=22) o tratamento cirúrgico de fratura.

A correção dessa fratura na grande maioria dos casos é cirúrgica. O tratamento conservador é indicado para pacientes que sofreram fraturas incompletas ou sem desvio1.

As fraturas colo femoral no idoso têm como opções de tratamento a osteossíntese, a artroplastia parcial e a total do quadril.As intervenções dependem do quadro apresentado durante uma avaliação físico-funcional na qual revela fundamental importância, a aquiescência do paciente, família e/ou cuidadores em todo o processo10.

A distribuição dos idosos que realizaram cirurgia de fratura de fêmur quanto ao seu estado civil, onde o maior percentual, 37,03% (N=20) são idosos solteiros (a), e 27,77% (N=15) estão os idosos casados e com o mesmo percentual os viúvos.

Pode haver modificações na maneira em que os mesmos desenvolvem as suas atividades básicas do seu dia a dia, revelando que os idosos necessitam de ajuda para suas atividades, principalmente no cuidado11.

Porém, A Política Nacional de Saúde da Pessoa Idosa-PNSPI (Portaria Nº 2.528, de 19 de outubro de 2006) tem como finalidade primordial a recuperação, manutenção e promoção da autonomia e da independência da pessoa idosa, direcionando medidas coletivas e individuais de saúde para esse fim, em consonância com os princípios e diretrizes do Sistema Único de Saúde. Ou seja, abre esse espaço para que os idosos tenham tal autonomia12.

Há uma perda de habilidades funcionais nos idosos viúvos e naqueles que moram sozinhos, pela necessidade diária de tarefas domésticas como limpeza e alimentação na qual podem ser mais prejudicadas por algum tipo de doença crônica, além do que tem menor acesso as informações e serviços de saúde. Outros fatores inclusos são isolamento, conflitos com a família, dificuldades econômicas13.

Quanto à distribuição da amostra de acordo com o motivo da queda dos idosos que sofreram cirurgia de fratura de fêmur. Com o percentual de 96,29% (N=52), a queda da própria altura está em maior índice em relação aos outros motivos como queda da escada e atropelamento.

A maioria das quedas nos idosos acontece em sua residência realizando as suas atividades diárias, ou seja, “queda da própria altura”. Os fatores de risco intrínsecos se relacionam ao próprio paciente incapacitando-o de manter ou recuperar o equilíbrio quando houver um deslocamento do idoso de um local para outro3.

São recomendadas medidas preventivas para evitar essas quedas, atitudes simples e preventivas de acidentes. Nos quartos devem ser colocados interruptores próximos da cama para que o idoso não se levante no escuro para acender a luz, é interessante ter no banheiro iluminação adequada e chão antiderrapante, barra de segurança no box, barras de apoio, nas escadas deve haver corrimão, escada reta, degraus estreitos nos cantos8.

A distribuição da amostra de acordo com os medicamentos em uso dos idosos que sofreram cirurgia de fratura de fêmur. Em maior índice, 81,48% estão os idosos que fazem uso de medicamentos anti-hipertensivos. Com 35.18% estão os idosos que fazem uso de antidiabéticos.

Muitos idosos usam os dois tipos de medicamentos tornando-se fatores importantes para acidentes com quedas nos idosos. O uso de medicamentos é um fator intrínseco de forte relação com as quedas. As drogas cardiovasculares (anti-hipertensivos) causam um aumento do risco de quedas, pois produz hipotensão, bradicardia, sonolência e fadiga o que é preocupante, pois esses efeitos são mais acentuados nos idosos devido às alterações na absorção, metabolismo e eliminação das drogas que decorrem do envelhecimento14.

A distribuição da amostra de acordo com suas patologias. Com o maior percentual, 81,48% a hipertensão, e com 35,18% a diabetes mellitus.

A maior ocorrência de queda do idoso é devido a maior prevalência de doenças crônicas como Parkinson, Alzheimer, osteoporose, diabetes e hipertensão, sendo observado em nesta pesquisa que das fichas analisadas a grande maioria dos idosos são portadores de hipertensão, alguns deles possuem as duas patologias5.

O Diabetes Mellitus é uma enfermidade crônica que leva a alterações sensitivas e motoras. A marcha deste indivíduo sofre alterações, ocorrendo episódios de desequilíbrios por comprometimento na deambulação. A hipertensão arterial sistêmica é a doença crônica mais comum nos idosos, sendo que sua prevalência aumenta progressivamente com a idade15.

Muitos idosos são capazes de conservar o controle postural, mas se passarem pelo desafio de condições patológicas que interfiram na regulação do controle da pressão sanguínea, a probabilidade de instabilidade postural é grande8.

Ainda sobre a distribuição da amostra de acordo com as complicações decorrentes no internamento dos idosos que sofreram cirurgia de fratura de fêmur. 72,22% (N=39) da amostra não apresenta nenhum tipo de complicação.

Há riscos para óbito após a cirurgia devido a fatores como idade, estado cognitivo, tempo de espera, tipo de cirurgia e anestesia. Devido também a complicações como infecções hospitalares seguida de pseudo-artrose e trombose venosa profunda3.

Entretanto em nossos dados coletados foi identificado que o maior índice dos pacientes que realizaram este procedimento não apresentou nenhum tipo de complicação, não precisaram passar longos períodos hospitalizados expostos a outros tipos de complicações, tendo a oportunidade de se recuperar em sua residência.

 

CONSIDERAÇÕES FINAIS /CONCLUSÃO

A expectativa de vida dos idosos aumenta decorrente de uma boa qualidade de vida e bem-estar, pois a terceira idade vem se preocupando com a saúde. Referente ao envelhecimento que é um processo progressivo os mesmos tendem a ter uma perda funcional e como consequência haverá alterações fisiológicas, morfológicas e patológicas ocasionando em mudanças na limitação funcional propiciando os idosos a sofrem a queda. Sendo que os fatores mais prevalentes estão associados a causas intrínsecas que estão relacionadas ao processo de origem fisiológicas ou patológicas do envelhecimento e/ou causas extrínsecas, que geralmente são representadas pelos fatores ambientais, ou seja, como verificado nos gráficos os dados referentes às probabilidades são quanto ao sexo feminino ter entre 70 e 79 anos; ser solteiro (a), maior ocorrência de quedas da própria altura; acentuação de doenças crônicas em maior índice a hipertensão, medicamentos como visto o uso dos anti-hipertensivos; na maioria dos casos não há complicações pós-cirúrgica e quanto ao tipo de cirurgia mais realizada a atroplastia de quadril.

Além disso, evidencia-se a necessidade de políticas para ampliar e melhorar os programas de atividades físicas destinados à faixa etária em questão. Na qual haja conhecimentos sobre as mudanças na morbidade e suas consequências nessa população, quanto à presença/ausência de doenças, na qual a capacidade funcional seja considerada um componente capaz de melhor refletir quanto ao estado de saúde desses idosos para sinalizar as necessidades de cuidados que requer atenção.

Sendo assim é de grande importância os programas de atividades físicas para que possa estimular a melhoria das capacidades funcionais dos idosos, efetuando exercícios que ajudem nas atividades na vida diária, na qual minimizará o risco de quedas. Contudo é importante que as pessoas próximas e familiares devam ficar atentas para que esses problemas sejam evitados.

Com base na pesquisa realizada recomenda-se: as unidades de saúde que atendam idosos que buscam a implementação de palestras educativas não apenas sobre as doenças que acometem este grupo da população, mas também sobre o risco de queda e suas consequências, bem como o município busque parcerias com as academias da cidade e/ou profissionais de educação física para que se busque um melhor estilo de vida para a população idosa.

 

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