REDCPS - Revista Enfermagem Digital Cuidado e Promoção da Saúde

Número: 3.1 - 5 Artigos

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DOI: http://www.dx.doi.org/10.5935/2446-5682.20180002

Artigo Original

Conhecimento e prática de aleitamento materno nas creches do recife, Pernambuco

Knowledge and practice of breastfeeding in the nursery of the Recife, Pernambuco

Alef Diogo da Silva Santana; Sandra Trindade Low; Débora Priscila Ferreira Fraga; Deborah Fonseca Bruscky; Fernanda Caroline Souza da Paixão; Jeisa Barbosa Diniz

Universidade Federal de Pernambuco, Recife - PE, Brasil

Endereço para correspondência

Alef Diogo da Silva Santana
Universidade de Pernambuco
Av. Agamenon Magalhães, S/N - Santo Amaro
Recife - PE. CEP: 50100-010
E-mail: allef.diogo@gmail.com

Recebido em 12/12/2017
Aceito em 21/09/2018

Resumo

OBJETIVO: investigar o conhecimento e a prática de mães e professoras de creches acerca do aleitamento materno
METODOS: estudo descritivo com abordagem quantitativa respeitando Resolução 466/12 do CNS, mediante aprovação com parecer 1.164.666 e CAAE 45773515.0.0000.5191, em 38 creches com 100 participantes
RESULTADOS: as creches prestam serviços a mães carentes, solteiras, com 2 a 5 filhos e vínculo empregatício. As crianças de mães entrevistadas possuíam até 24 meses, em sua maioria não amamentavam na creche. Apenas 26% das mães amamentaram seus filhos exclusivamente até 6 meses e 8% ainda amamentam. As funcionárias reconhecem a importância do aleitamento e relatam que as mães não falam do assunto.
CONCLUSÃO: poucas mães amamentam suas crianças, especialmente nos ambientes das creches. As mães e funcionárias sabem que o leite materno faz bem à saúde da criança e as creches em sua maioria não estão organizadas para a prática do aleitamento em suas instalações.

Palavras-chave: Aleitamento Materno, Criança, Creche e Armazenamento de Alimentos.

 

INTRODUÇÃO

No início da vida, é natural que a criança receba exclusivamente o leite materno até seis meses e que este perdure complementado, até os dois anos de idade. Além dos benefícios amplamente divulgados na literatura sejam nutricionais, imunológicos, emocionais e econômico-sociais, o leite materno promove efeitos positivos relacionados ao crescimento e desenvolvimento motor, craniofacial e oral do bebê1.

É esperado da creche também exercer importante papel educativo na infância, atuando como parte integrante do processo de formação de hábitos alimentares de crianças pequenas, bem como incentivadora na manutenção do aleitamento materno. Desta forma, famílias e creches podem juntas promover situações significativas de aprendizagem e convivência2.

O leite materno é considerado o mais completo alimento para a criança nos primeiros seis meses de vida, uma vez que sua composição é rica e equilibrada, contendo os nutrientes essenciais para o adequado crescimento e desenvolvimento. Estas vantagens se devem as suas propriedades por prevenir à mortalidade infantil por diarreias, desnutrição, infecções respiratórias, distúrbios miofuncionais, orofaciais e diminuir o risco de alergias, hipertensão, hipercolesterolemia, diabetes e obesidade3.

Outro benefício demonstrado na literatura refere-se à habilidade cognitiva e o desempenho escolar, uma vez que a duração crescente da amamentação natural foi associada ao aumento estatisticamente significante no quociente de inteligência, compreensão da leitura, da matemática e outras habilidades escolares4.

O desmame precoce, conceituado como a introdução de alimentos diferentes do leite materno para o bebê, antes do sexto mês de idade, permanece como uma desconfortável realidade em nosso País, a despeito de todos os esforços realizados para a retomada da amamentação exclusiva, como prática alimentar dominante3,4. Ficando nítido o descompasso entre o reconhecimento das inúmeras vantagens do aleitamento materno para o bebê, mãe e família e a baixa adesão a essa prática5.

Segundo a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB, lei 9.394/96), as creches são instituições que atendem a crianças de zero a seis anos. Esta faixa etária, no ensino, corresponde à educação infantil, que é a primeira etapa da educação básica e tem como finalidade o desenvolvimento integral da criança em seus aspectos físicos, psicológicos, intelectuais e sociais(5,6). Ressaltando-se aqui que a creche atualmente é uma necessidade da população, em consequência das transformações socioeconômicas que a sociedade está vivendo, com a inserção da mulher no mercado de trabalho e incorporação dos direitos da família6.

Assim as crianças permanecem neste ambiente coletivo em média oito a dez horas por dia e, durante este tempo, recebem além da orientação psicopedagogia, dois terços de suas necessidades nutricionais, sendo necessário que a alimentação e os cuidados oferecidos influenciem favoravelmente o seu estado nutricional e estimulem o desenvolvimento neuropsicomotor5,6.

Conhecendo os benefícios do aleitamento materno para a família, sabendo também que a creche é um ambiente de ensino e guarda das crianças, sugere-se que as boas condições físicas e educativas, além do apoio ao aleitamento materno na instituição são ações imprescindíveis.

Diante do exposto seu objetivo foi identificar o conhecimento, a prática e a opinião de mães e funcionárias das creches públicas, acerca das práticas utilizadas de aleitamento materno, por entender-se que a mesma pode assumir o papel de parceira, oferecendo as mães um serviço que ajude a criança a crescer e desenvolver de forma saudável.

 

METODOLOGIA

Trata-se de estudo descritivo, com abordagem quantitativa e estatística descritiva. Os estudos descritivos têm como finalidade determinar a distribuição de doenças ou condições relacionadas à saúde, segundo tempo, lugar e características, ou seja, responder à pergunta ‘’quando, onde e quem adoece?’’ 7 Dessa forma o estudo foi realizadoem 38 creches que possuíam berçários e pertenciam as Regiões Político Administrativas da cidade de Recife, de acordo com os dados disponíveis pela Secretaria Estadual de Educação.

A população do estudo foi composta com tamanho amostral censitário e de conveniência, por mães e funcionárias das creches selecionadas. Do total, 112 pessoas foram convidadas para participar da pesquisa, sendo no universo de mães e funcionárias das creches do Recife, 12 pessoas que se recusaram a participar deste estudo, sendo 8 mães e 4 funcionárias. Entre as que aceitaram 50 são funcionárias e 50 são mães de crianças matriculadas. Foram obedecidos os princípios da ética em pesquisa com seres humanos, segundo a Resolução 466/12 do Conselho Nacional de Saúde, sendo submetido ao comitê de ética da Universidade de Pernambuco e tendo a sua aprovação sob o respectivo número do Parecer 1.164.666 e CAAE 45773515.0.0000.5191. Os participantes ficaram cientes que seriam mantidos o sigilo e a confidencialidade. O convite para participar foi realizado por um pesquisador no local do estudo, mediante entrega da via do TCLE assinado em duas vias. Foi aplicado um questionário estruturado pelos próprios pesquisadores contendo perguntas subjetivas e objetivas para coleta dos dados. As informações foram processadas com o auxílio do Programa Excel do Office da Microsoft. O período de coleta de dados foi de agosto a novembro de 2015. Os critérios de inclusão respeitados foram crianças na faixa etária até 24 meses, que estivessem amamentando e matriculadas na creche do município do Recife-PE escolhida. Os resultados foram expressos através de percentuais e das medidas estatísticas descritivas simples.

 

RESULTADOS

Na Tabela 1, os dados referentes à caracterização sociodemográficas mostram que a maioria das mães é adulta jovem, 66% possuem entre 20 e 30 anos, e apenas 12% são adolescentes. Entre as mães entrevistadas, 68% eram solteiras, 52% possuem até o ensino médio e apenas de 10% que referiram ter completado o ensino superior. Acrescentando-se aos fatores sociais e econômicos, a maioria das mães possui alguma forma de receber uma renda, o que corresponde a 60% da amostra, 4% são estagiárias, seguindo por 36% que não trabalham. Quanto ao número de filhos gerados pelas mães entrevistadas, pode-se notar que 60% das entrevistadas possuem de 2 a 5 filhos. Com relação à renda familiar, verificou-se que entre as 50 mães entrevistadas, 96% referiram ter renda familiar, no entanto 16% recebiam menos de um salário mínimo.

 

 

Na Tabela 2, verificou-se que 74% das mães não amamentaram seus filhos exclusivamente por seis meses e neste grupo, apenas 8% ainda amamentam. Quando as mães foram questionadas quanto ao incentivo ao aleitamento por parte dos profissionais da creche, a maioria respondeu que não havia esta prática no serviço. Já quando abordadas quanto às dificuldades relacionadas com o ato de amamentar sua criança, 38% referiram dor durante a pega. Apesar de todas as dificuldades relatadas sobre o ato de amamentar, 98% consideram importante amamentar seu filho, reconhecendo a importância que o aleitamento age de forma positiva na vida do bebê. Mesmo sabendo-se da importância do aleitamento materno, este estudo também traz que as condições oferecidas pelas creches no armazenamento do leite materno são escassas, sendo observado que 80% das mães afirmaram que as creches não oferecem condições para a prática.

 

 

Na Tabela 3, de acordo com as funcionárias entrevistadas, 72% tem 26 anos ou mais, em relação à escolaridade, 60% das funcionárias possuem ensino superior completo e no quesito profissão dos funcionários, a maioria eram funcionárias da creche.

 

 

A Tabela 4 descreve que entre as creches visitadas foi referida uma baixa quantidade de crianças que recebem o leite materno. Das 50 funcionárias entrevistadas, 70% relataram não possuir nenhuma criança ou ter poucas crianças que amamentam em suas dependências. Quanto aos relatos feitos às funcionárias em relação às dificuldades citadas pelas mães para manter o aleitamento, 54% afirmaram ser por falta de tempo, dor, falta de leite, pouco leite. Em relação à continuação do aleitamento as funcionárias afirmam que 24% das mães alegam ser uma prática saudável. Porém, 58% das mães também não abordam o assunto na creche.

 

 

A Tabela 5 enfatiza que dentre as possibilidades citadas para armazenamento, local e importância do armazenamento do leite na creche citadas pelas funcionárias, 72% afirmaram que não há a possibilidade, 66% das funcionárias responderam que não tem esse local e 46% das entrevistadas afirmaram que é importante, mas não se concretiza.

 

 

DISCUSSÃO

A realidade negativa da amamentação em creches foi evidenciada na maioria das falas, trazendo a informação de que poucas mães amamentam seus filhos por mais de 6 meses e um menor número ainda amamentou exclusivamente até o sexto mês, como recomendado pelo Ministério da Saúde. Percebe-se que algumas creches estão organizadas para o manejo do aleitamento em suas instalações, mas a maior parte ainda não, notando ser um grande problema, uma vez que a creche deve estimular esta prática. Assim, como nas creches organizadas, nem todas as pessoas envolvidas reconhecem ainda esta possibilidade, chegando até a classificar a pratica como um grande trabalho para as mesmas9,10.

Apesar dessa recomendação, poucas mulheres amamentam dessa forma, com múltiplas explicações, entre elas os relatos de dificuldades de conciliar a amamentação a outras atividades, ou até mesmo as crenças populares que influenciam nessa prática 11,12. Portanto neste estudo, a necessidade do retorno às atividades trabalhistas antes do término da licença maternidade, justificou a não realização do aleitamento materno exclusivo até seis meses, inserindo-se assim outros alimentos ao cardápio infantil, cabendo elaboração de políticas públicas que envolvessem elas a esta pratica.

O trabalho no próprio lar pode favorecer o vínculo entre a mãe e a criança, pois proporciona uma maior disponibilidade da mãe para a prática da amamentação 13, visto que as maiorias das mães possuem ofícios, o aleitamento pode ser prejudicado pela falta de tempo.

Neste estudo, foi constatado que a maioria das mães possui ensino médio incompleto ou não completaram o ensino fundamental, ou seja, são de um grupo com baixa escolaridade. Analisando estes dados acredita-se que esse fato pode culminar com o pior desempenho na prática do aleitamento13. Outro fator desfavorável é que, a maioria das mães possui vínculo empregatício, seguindo por mães que se encontram desempregadas.

A promoção, o incentivo ao aleitamento materno e o tratamento dos problemas, são essenciais para que haja uma boa relação à saúde da mãe e do bebê, e para que isso aconteça, os profissionais de saúde são os principais contribuintes no incentivo às mulheres desde a concepção ao período pós-natal, assim as mães devem ser informadas sobre as vantagens e desvantagens dessa prática 14,15. Além disso, é inegável a importância transformadora da informação educativa em ambientes públicos e de educação, contudo neste estudo a maioria das mães afirmaram que não participaram de eventos relacionados às praticas de aleitamento na creche16,17

Já quando as mães foram abordadas quanto às dificuldades relacionadas com o ato de amamentar sua criança, grande parte referiu não ter problemas. Dentre as que apresentaram complicações quanto ao aleitamento, à literatura indica que o problema desapareceria se fossem resolvidas as questões que iniciaram o problema, como por exemplo, a pega inadequada, bem como as mamadas pouco eficientes e o não esvaziamento completo da mama 17,18.

Os profissionais que cuidam dessas crianças precisam estar preparados para apoiar e incentivar essa prática. Tal função pode ser encarada como um desafio capaz de evitar o desmame precoce e minimizar seus fatores de risco, uma vez que as creches são equipamentos sociais em benefício da criança 19,20. Os trabalhadores das creches, de todas as classes profissionais, devem ser os principais estimuladores para a prática do aleitamento materno, orientando e incentivando as mães.

Para que o aleitamento ocorra no ambiente da creche, é necessário programar condições ambientais que favoreçam e possibilitem a manutenção da amamentação. As creches são unidades vinculadas tecnicamente a bancos de leite, e ambos devem possuir licença sanitária atualizada para funcionar de forma correta13,14,21.. Nesse quesito, observa-se que grande parte dos funcionários entrevistados afirmou que não existe a possibilidade do armazenamento do leite nas creches pela falta de lactários e estrutura adequada. Ainda assim, a grande maioria relata conhecer a importância do manejo do aleitamento para estas crianças.

Para esse funcionamento adequado acontecer, é indispensável ter água corrente, sabão e toalhas limpas para que haja boa higienização de mãos e antebraços, e equipamentos tal como geladeira ou congelador9,10. No entanto, nesse quesito, observa-se que grande parte dos funcionários entrevistados afirmaram que não existe a possibilidade na creche devido as péssimas condições e instalações das unidades. Quanto ao armazenamento do leite, também alegaram não ser possível porque o armazenamento do leite nas creches depende de geladeiras com controle de refrigeração, e que muitas vezes isso não era possível pois a falta de energia ocorria com frequência. Ainda assim, a grande maioria relata conhecer a importância do manejo do aleitamento para estas crianças.

Apesar da maioria das mães encontrar-se na faixa etária adulta, ou seja numa fase com maturidade psicológica e emocional, o manejo da amamentação não foi bem conduzido, quando espera-se mais acerto por já ter absorvido o entendimento de sua importância e todos os benefícios que o aleitamento traz12,13,14.

Segundo o Ministério da Saúde (MS), o pai presente na família, possui um importante papel no apoio a amamentação. Sabe-se que alguns deles não exercem essa prática pela falta de conhecimento e entendimento do impacto positivo do aleitamento na vida da mãe e do bebê14,15. Estes fatos podem sugerir a existência de um fator predisponente para não oferta do leite materno, afetando assim, a saúde da criança. Entre as mães entrevistadas, a maioria era solteira ser mais uma dificuldade dentro do contexto da prática de amamentação, pois é incontestável a participação do pai nesse período, e esse apoio não é somente no cuidado com os bebês, mas também com as mães, fortalecendo desse modo à prática do AME, corroborando com a situação de descaso quanto ao aleitamento materno vivenciada na creche.

Entre as dificuldades metodológicas encontradas neste estudo, não foram construídas perguntas específicas com relação à dificuldade de amamentar em relação à quantidade de filhos. Alguns autores referem que por conta da crescente necessidade da mulher estar inserida no mercado de trabalho para contribuição da renda familiar, principalmente quando se possui mais de um filho, aumenta a chance de terem motivos para a não manutenção do aleitamento materno10,13.

 

CONCLUSÃO

Este estudo evidenciou que a amamentação na creche representa um grande desafio do ponto de vista de estrutura e processos envolvidos nesta prática, que politicas públicas simples precisam ser implantadas porque, embora a amamentação seja um ato natural, é também um comportamento que precisa ser recebido e apoiado dentro de estrutura adequada.

Os resultados encontrados além de revelarem a situação do AME nas creches em estudo, poderão contribuir para o monitoramento das ações de saúde e para a elaboração de novas estratégias em relação ao aleitamento materno a nível estadual, visando aumentar as taxas de amamentação e o estimulo ao armazenamento de leite, oferecendo, assim, um local apropriado para tal prática. E que tais resultados possam contribuir para que possa se investigar e discutir mais sobre a temática, a fim de que se proponham novas diretrizes a nível nacional.

O estudo apresentou algumas limitações no decorrer da sua execução, como por exemplo, a dificuldade de entrevistar determinadas profissionais das creches devido ao medo de que sua resposta fosse vinculada a imagem negativa da instituição, que foi explicado e esclarecido o anonimato de tais profissionais nas suas respectivas respostas. Também percebeu-se a dificuldade de se encontrar determinadas creches funcionando nos horários estabelecidos, pois algumas fechavam antes das 11 horas da manhã quando deveria funcionar até às 17 horas. Outro ponto a ser mencionado e que foi de grande dificuldade pelos pesquisadores, foi a questão do acesso dessas creches. Muitas delas encontravam-se em locais não acessíveis, rodeado pela marginalidade e insegurança pública, deixando os pesquisadores muitas vezes com receio em adentrar na comunidade para explicar e coletar essas informações.

Diante disso, é necessária a implantação de uma política pública que qualifique os funcionários das creches para que os mesmos busquem promover não só a mãe, mas a toda família, um laço de proteção e apoio a amamentação. Além disso, ficou evidente que é preciso ter uma equipe de educação seja apoiada pela equipe de educação e saúde, atuando na orientação às mães, tendo em vista que várias questões imprescindíveis ao sucesso da amamentação não foram absorvidas adequadamente nas creches.

 

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